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Como saber a hora certa de trocar o pneu do caminhão?

Publicado em 26 de março de 2025 - 4 minutos

Imagine que você, como um gestor de frota, tenha dezenas ou centenas de caminhões estacionados no pátio. Agora, pense se é viável realizar uma inspeção cuidadosa nos pneus de cada um, para descobrir se estão em condições de rodar com segurança na estrada. Difícil, né? Reconhecer, portanto, o momento ideal para trocar os pneus é uma missão coletiva. Ela envolve a parceria do gestor com os motoristas e times de manutenção. Uma tarefa apoiada, ainda, por recursos de alta tecnologia acessíveis a frotas de todos os tamanhos, que identificam a hora certa de trocar pneus.

Além de reforçar a segurança dos condutores, das cargas e dos pedestres na via, acertar esse momento de troca proporciona mais eficiência e economia operacional. Com um olho nos pneus e outro no calendário, você tem tudo para estabelecer um cronograma eficiente de substituição dos pneus, que impulsione a competitividade da sua frota e permita rodar mais, gastando muito menos. 

Consertar o caminhão quando quebrar ou fazer manutenção preventiva: o que custa menos

O que é TWI? 

Um dos nomes mais importantes para considerar quando o assunto é a troca de pneus do caminhão se trata da sigla TWI (Tread Wear Indicator). Traduzida do inglês para o bom português, TWI significa Índice de Desgaste do Pneu. O TWI mede a profundidade dos sulcos do pneu, aquelas ranhuras visíveis na banda de rodagem. Nos pneus novos, essa profundidade varia entre 15 e 18 milímetros, mas diminui com o uso, conforme o pneu se desgasta.

De acordo com a legislação de trânsito, o limite mínimo para a profundidade dos sulcos é de 1,6 milímetro. Rodar com pneus abaixo desse limite, além de ilegal, é arriscado. A altura dos sulcos pode ser mensurada regularmente com ajuda de uma moeda ou palito. Seu melhor aliado, porém, é um aparelho que realiza a medição de forma muito mais precisa, o profundímetro. Ao atingir esse nível de 1,6 milímetro, a troca é obrigatória.  

Conheça os pneus que você precisa para rodar mais e gastar menos

Recapagem do pneu: quando não precisa trocar

Ainda que essa seja uma marca apontada pelas normas de tráfego, o mais recomendado pelos especialistas em pneus é que você não espere os sulcos alcançarem a profundidade mínima de 1,6 milímetro. Isso porque, em vez de trocar o pneu, há casos em que você pode reaproveitá-lo, o que é igualmente seguro e custa menos. 

A proposta de reaproveitar um pneu como se fosse novo é conhecida como recapagem. Para que seja realizada com sucesso, o ideal é ter uma margem nos sulcos. Assim, quando o TWI marcar 3 milímetros você já pode levar o caminhão até uma assistência para realizar a recapagem do pneu. 

Esse tipo de cuidado vale muito a pena, já que, dependendo das condições de uso, um pneu recapado pode rodar até o dobro de quilômetros comparado a um pneu que não passou pela recapagem – ou não estava tecnicamente habilitado para passar. A recapagem de pneus é uma forma de garantir performance e economia para a frota.   

Guia da recapagem: os cuidados antes de realizar a recapagem de pneus

Frota Certa: economia operacional de até 15% no uso dos pneus

A oferta Frota Certa Michelin é a solução que vai muito além da simples inspeção de pneus. Com ela, sua frota não só identifica exatamente onde estão as correções necessárias, mas também recebe uma avaliação clara sobre o nível de urgência de cada ajuste. Essa abordagem detalhada permite um planejamento preciso da manutenção, garantindo que você tome as decisões certas na hora certa, com eficiência e segurança.

O serviço tem como base a realização de visitas regulares para inspeção nos pneus da frota feita por especialistas que utilizam ferramentas digitais para coleta de informações. Nas visitas, são verificadas a pressão dos pneus, a profundidade da banda de rodagem e possíveis problemas como desgastes irregulares e eventuais danos nos pneus. 

Todos os dados coletados são transformados em relatórios detalhados e fáceis de entender, que destacam as prioridades de manutenção e isso ajuda a planejar as ações necessárias, reduzindo imprevistos e otimizando o tempo da frota.

Além disso, o Frota Certa Michelin oferece a possibilidade de contratar as correções* diretamente com o serviço de diagnóstico, garantindo ainda mais praticidade e agilidade para sua operação. Com pneus bem cuidados, você reduz custos com combustível, aumenta a segurança e mantém seus veículos sempre prontos para rodar.

O serviço também conta com o suporte de consultores Michelin especializados que ajudam você a transformar essas informações em um plano de ação eficiente. Isso significa que sua frota estará não apenas em dia com a manutenção, mas operando de forma mais produtiva e sustentável.

*contratação de correções com o Frota Certa Michelin mediante disponibilidade na região.

 

Frotas conectadas: como usar a inovação em pneus a seu favor?

Se o motorista sentir que os pneus do caminhão têm perdido pressão mesmo com a calibragem sendo realizada de maneira correta, é sinal de que há algo de errado com os pneus – e uma troca pode ser necessária. 

Hoje existem sistemas, como os oferecidos pela Michelin Connected Fleet, com ferramentas de monitoramento de pressão e temperatura em tempo real, que emitem alertas quando indicadores relacionados a pneus saem do padrão, ajudando motoristas e gestores de frota a perceberem problemas.   

O pneu que roda dentro das especificações de pressão reduz gastos com combustíveis e minimiza a chance de trocas prematuras. Os sistemas de alta tecnologia ajudam a otimizar o desempenho durante toda a vida útil do pneu e a monitorar o produto de perto, contribuindo para apontar a melhor hora de realizar uma substituição. 

Pneu também tem prazo de validade

Da mesma forma que, quando você vai ao supermercado ou abre a geladeira, é necessário observar o carimbo com a data de validade dos alimentos, no caso do pneu ocorre algo semelhante. Sim, pneus também têm prazo de uso, já que com o tempo podem perder as propriedades químicas que contribuem para a resistência da borracha.  

Ainda que pareçam em bom estado, se os pneus não forem substituídos dentro de uma década depois da data de fabricação, a Michelin recomenda efetuar a troca por pneus novos, como medida de precaução. O mesmo vale para os estepes.

Mas como saber qual a data de fabricação do pneu?

Em sua lateral, os pneus exibem a marcação DOT. Na linha dessa marcação há um código de quatro números, em que os dois primeiros se referem à semana em que o pneu foi fabricado e os dois últimos ao ano. Basta conferir e fazer o cálculo. 

Desgaste irregular dos pneus do caminhão

O desgaste irregular dos pneus do caminhão pode ser fruto de um desalinhamento nas rodas do veículo. Se você notar que determinadas áreas da banda de rodagem se desgastam mais do que outras, também é necessário verificar as condições do sistema de suspensão, como buchas e amortecedores, que podem ser os responsáveis por causar esse desgaste.

Há casos em que não basta corrigir o alinhamento das rodas ou realizar o reparo nos componentes da suspensão. Pode ser necessário realizar a substituição dos pneus avariados, já que o desgaste excessivo dos pneus de um dos lados do caminhão prejudica a estabilidade do veículo e aumenta a chance de acidentes. 

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De olho no pneu para cuidar dele com carinho

Pneu é que nem filho pequeno. A gente deve estar sempre de olho para ver se precisa de algo. No caso do pneu, se você notar a presença de riscos, cortes, rachaduras e bolhas, vale encostar seu caminhão o quanto antes na assistência especializada para uma avaliação. 

Cortes profundos podem ser frutos de danos na lona da carcaça, o que aumenta o risco de perda repentina da pressão. Mesmo que o corte não seja tão profundo assim, há perigo de ele aumentar ao longo do trajeto. 

O aparecimento de bolhas nas laterais do pneu é sinal também de que a lona pode ter sido afetada, representando um grande risco no caso de a bolha se romper. Vibrações e ruídos diferentes do normal podem indicar uma avaria nos pneus e a necessidade de trocá-los. Esteja atento. 

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Manutenção dos pneus é prática essencial para a performance da frota

As inspeções regulares dos pneus são as melhores práticas para um gestor de frota reconhecer a melhor hora de efetuar a substituição. Em conjunto com motoristas e equipes técnicas, seja com profundímetros, monitoramento digital ou avaliação visual, é possível identificar o momento exato para trocas, reparos e manutenções preventivas.

Acompanhando o desgaste, a pressão e até mesmo o prazo de validade dos pneus, o gestor de frota maximiza o desempenho e prolonga a vida útil dos pneus, além de proteger motoristas e cargas.

 

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